Última hora
This content is not available in your region

Ai Wei Wei no festival de Estocolmo sem sair da China

Ai Wei Wei no festival de Estocolmo sem sair da China
Tamanho do texto Aa Aa

O dissidente chinês Ai Weiwei não tem autorização para sair da China mas faz parte do júri do Festival Internacional de Cinema de Estocolmo.

O artista de 56 anos fez-se representar por uma cadeira vazia que o próprio fabricou.

Este ano, o tema do festival é a liberdade.

“Ele vai poder ver a maioria dos filmes, ainda estamos a negociar o visionamento de de 4 ou cinco filmes, mas os distribuidores e as produtoras percebem a situação. Um elemento do júri não pode participar. Espero que possamos resolver o problema”, disse a diretora do Festival, Git Scheynius.

“As comunicações serão feitas através do Skype na Internet. Teremos encontros regulares para que ele faça parte do júri e para podermos discutir sobre os filmes”, explicou Kristian Petri, um dos elementos do júri.

Numa mensagem gravada, Ai WeiWei sublinhou que o cinema era um meio poderoso para denunciar a corrupção.

Até 17 de Novembro, o Festival Internacional de Cinema de Estocolmo apresenta 180 filmes.

“Bite The Dust” foi o filme de abertura do 7º Festival de Cinema Russo de Londres.

A realizadora Taisia Igumentseva explora o modo de vida russo e as obsessões apocalipticas da humanidade.

“Bite The Dust” é um dos filmes
em competição no Festival Kinotavr, o maior festival de cinema da Rússia.

“Adoro os russos por várias razões sobretudo enquanto espectador. Vivi algumas experiências no país. Trabalhei com atores russos, penso que é um país fechado, é o maior país do mundo mas ainda está muito fechado e as pessoas olham para dentro. Para mim é muito interessante ver filmes russos em Londres, é fantástico, é uma grande oportunidade”, disse Jos Stelling, diretor do festival.

O Festival de cinema russo de Londres termina a 17 de novembro.

A comédia “L’ultima ruota del carro” do realizador Giovanni Veronesi abriu o Festival de Cinema de Roma.

O filme é uma das dezasseis obras apresentadas fora da competição oficial.

A seleção oficial inclui 18 filmes, entre eles, “A vida invisível” do realizador português Vítor Gonçalves.

“Felizmente, podemos mostrar aos diferentes públicos, de Roma, de Itália e da Europa um programa bastante contraditário, num sentido filosófico. É um evento metropolitano, um festival festivo tem de ser uma filosofia em movimento. Reunimos elementos diferentes ligados à indústria, à cultura, entretenimento e a busca de formas novas”, afirmou Marco Muller, diretor artístico do festival.

A sequela do filme de ficção científica “The Hunger Games” é um das estreias mais aguardadas do festival.

A história desenrola-se num cenário pós-apocaliptico em que América é controlada por um governo repressivo.

O Festival, presidido pelo realizador norte-americano James Gray termina a 17 de novembro.

.