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Mobilização global para socorrer as Filipinas

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Mobilização global para socorrer as Filipinas

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Quatro dias depois da catástrofe, a ajuda humanitária chega de todo o mundo ao aeroporto de Tacloban, cidade arrasada pelo super tufão Haiyan e agora centro logístico das operações de auxílio às vítimas do cataclismo que se abateu pelo arquipélago Filipino.

Os Estados Unidos já têm a caminho da região afetada o porta-aviões George Washington, que zarpou de Hong Kong e que tem a capacidade de purificar 1,5 milhões de litros de água por dia. Washington desbloqueou 20 milhões de dólares de ajuda imediata e tem já militares no terreno a apoiar as operações de busca e resgate.

Um cheiro nauseabundo instalou-se em Tacloban, resultado da putrefação acelerada de um sem número de cadáveres misturada com os esgotos.

De todo o mundo, multiplicam-se os milhões em donativos para fazer face ao cenário apocalíptico deixado por uma das mais violentas tempestades de que há registo na história.

As Nações Unidas insistem nos apelos de ajuda urgente para as Filipinas e mobilizaram as suas agências. Até o ACNUR, que normalmente intervém em situações de conflito, está envolvido nos esforços, dado o nível de destruição “absolutamente inacreditável” da tragédia, explicou o Alto-comissário António Guterres.