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As ambições espaciais do Azerbaijão

As ambições espaciais do Azerbaijão
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300 empresas de 30 países mostraram as últimas novidades no domínio da tecnologia durante a feira de telecomunicações de Baku, no Azerbaijão. A Bakutel vai na décima terceira edição.
O evento é um ponto de encontro para as empresas do setor e serve também de montra ao governo do país. O presidente Ilham Aliyev destacou as ambições do Azerbaijão no domínio da indústria espacial.

“2013 é o ano da Informação e das Tecnologias da Comunicação. Decidimos fazê-lo coincidir com o lançamento do primeiro satélite espacial azerbaijanês. Agora o nosso país tem uma indústria espacial própria. O satélite é controlado por especialistas do Azerbaijão. Queremos dar continuidade ao programa. O segundo e o terceiro satélite, serão lançados nos próximos anos”, anunciou Ilham Aliyev, presidente do Azerbaijão.

Um operador de telecomunicações do Azerbaijão apresentou uma casa inteligente que pode ser comandada à distância através de um smartphone. Em caso de emergência, o proprietário recebe um sms.

“Imagine que o proprietário está noutro continente, com este sistema pode controlar o que se passa em casa com o telemóvel. A maior vantagem é a segurança. Ele é informado de tudo o que se passa no domicílio”, explicou Gunay Mammadli, da empresa Azercell.

A saúde é outra das áreas onde o telemóvel pode ser útil.
Uma empresa israelita criou um smartphone que mede a pressão sanguínea e a temperatura, entre outras aplicações.

“O próprio telefone mostra como funciona a aplicação. É preciso tocar no sensores, em 35 segundos faz um eletro-cardiograma e manda-o para o servidor. depois obtém-se uma resposta, normal ou anormal. Caso seja anormal, pode telefonar ao médico, todos os dados são guardados no servidor, caso o médico esteja longe, ele pode consultar os dados à distância no servidor e ter acesso ao eletrocardiograma”, afirmou Alex Kaplun, presidente da câmara de comércio israelo-azerbajanesa.

A caligrafia de um profesor pode ser indecifrável mas com o quadro eletrónico da Hitachi todos os alunos conseguem ler o que está escrito mesmo à distância.

“Posso partilhar o que escrevo no quadro, os estudantes podem aceder ao conteúdo em casa através da Internet”, explicou Marek Kaiser, responsável regional da Hitachi.