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Jihadistas europeus podem constituir ameaça terrorista

Jihadistas europeus podem constituir ameaça terrorista
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Milhares de jovens europeus estão a ser recrutados por grupos islâmicos extremistas para combaterem na Síria, pelo que o tema foi analisado pelos ministros da Administração Interna da União Europeia (UE), reunidos em Bruxelas.

França e Bélgica são dois dos mais afetados, tendo criado uma rede informal de discussão com outros sete estados-membros, que não inclui Portugal.

A governante belga, Joelle Milquet, explicou que “no que respeita a estimativas sobre a presença de europeus, pensamos que rondam os 1500 a 2000 jovens, de acordo com o que pudemos apurar. A proporção por cada um dos países é bastante uniforme e os jovens têm perfis idênticos”.

Organizações próximas da Al-Qaeda treinam estes recrutas, cujo regresso à Europa pode constituir um “perigo potencial” em termos de terrorismo, nas palavras dos ministros.

Contudo, o governante francês, Manuel Valls, assegurou que “atualmente não constatamos quaisquer ameaças diretas ou fundamentadas contra o nosso país, os nossos cidadãos ou os interesses dos países aliados”.

A UE está a estudar formas de combater o recrutamento destes jihadistas, como são conhecidos, nomeadamente na internet.

Quer também desmantelar as redes que operam a partir dos Balcãs, da Turquia e de Marrocos.