Euronews is no longer accessible on Internet Explorer. This browser is not updated by Microsoft and does not support the last technical evolutions. We encourage you to use another browser, such as Edge, Safari, Google Chrome or Mozilla Firefox.
Última hora

Kremlin afirma que ainda não há acordo com a Ucrânia para o gás

Kremlin afirma que ainda não há acordo com a Ucrânia para o gás
Euronews logo
Tamanho do texto Aa Aa

Com a Ucrânia em clima pré-revolucionário, o presidente Viktor Ianukovitch foi a Sochi visitar Vladimir Putin. Kiev e Moscovo voltaram a discutir a chamada “parceria estratégica” mas não chegaram a acordo, nem para reduzir o preço do gás russo de que a Ucrânia depende, nem para a adesão da antiga república soviética à união alfandegária que a Rússia está a criar, pelo menos foi isso que informou o Kremlin.

Uma missão de eurodeputados encontrou-se esta manhã com membros da oposição, em Kiev. Segundo um deputado alemão, a União Europeia “deve dar todas as hipóteses aos ucranianos para mudarem as ideias a Ianukovitch e tem de dizer que as portas da Europa estão abertas. Elmar Brok referiu também os riscos de um banho de sangue. Segundo o eurodeputado, “já em 2004, Ianukovitch apelou à violência e isso é uma possibilidade neste momento. Mas isso significaria que ele iria dirigir o país como um ditador, tornar-se-ia o Lukashenko da Ucrânia”, concluiu.

No autodenominado “quartel-general da revolução”, em Kiev, a mobilização continua. Desde que Ianukovitch voltou as costas ao acordo de associação com a União Europeia que os manifestantes exigem a demissão do presidente, do governo e a convocação de eleições antecipadas.

Este domingo, a oposição quer 1 milhão de pessoas na rua e antecipa-se uma jornada de grande tensão com a polícia de choque.