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Berlinale abre portas com Luís Vaz de Camões no programa

Berlinale abre portas com Luís Vaz de Camões no programa
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A 64.a edição do Festival de Cinema de Berlim, o popular Berlinale, começou esta quinta-feira e vai decorrer até 16 de fevereiro. Da programação a concurso, fazem parte duas curtas-metragens portuguesas. A primeira a ser exibida, esta sexta-feira à noite, é “Taprobana”, realizada por Gabriel Abrantes, que também atua, e que relata ao longo de 24 minutos a lua-de-mel do poeta Luís Vaz de Camões pela região agora conhecida como Sri Lanka, país, que a par da Dinamarca, também coproduz esta “curta”.

A segunda é uma coprodução com os Estados Unidos intitulada “As Rosas Brancas”, um drama familiar de 20 minutos realizado por Diogo Costa Amarante, com recurso à música dos Supertramp, cuja estreia no Berlinale acontece sábado à tarde.

Ambos os filmes portugueses fazem parte do concurso oficial de curtas-metragens, cujo júri específico da categoria inclui também um português, Nuno Rodrigues, o cofundador e diretor artístico do Festival de Curtas de Vila do Conde.

Ao todo, no Berlinale vão ser apresentados 409 filmes – mais seis do que há um ano. Na categoria principal de longa-metragem, serão exibidos 23 filmes, dos quais 3 não farão parte da competição. O grande destaque vai para o eleito a ser exibido na noite de abertura: “The Grand Budapeste Hotel.”

O norte-americano de 44 anos, Wes Anderson, realizador, por exemplo, de “Os Tenenbaums – Uma Comédia Genial”, propõe desta feita um elenco de luxo, onde se podem destacar Ralph Fiennes, Willem Dafoe, Tilda Swinton, Jude Law, Harvey Keitel ou o habitual colaborador do realizador, Owen Wilson.

O júri internacional do Berlinale é presidido pelo produtor James Schamus, de 54 anos, que trabalhou com o realizador no oscarizado “O Segredo de Brokeback Mountain” e em “O Banquete de Casamento”, que há 21 anos foi o vencedor do Urso de Ouro, em Berlim. Ao lado de Schamus estarão nomes como o do realizador francês Michel Gondry ou o do ator austríaco Christoph Waltz, para quem “o Berlinale é, provavelmente, um festival que arrisca mais na exploração do desconhecido do que o Festival de Cannes”. “Provavelmente, não estou certo disto. Mas a comida em Cannes é melhor, parece-me”, brincou o ator, que nos últimos anos se destacou em vários filmes de Quentin Tarantino como “Django, Libertado” (Óscar de melhor Melhor filme de 2013) ou “Sacanas Sem Lei” (com o qual recebeu o Óscar de Melhor Ator Secundário em 2010).

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