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Rússia: manifestantes contrários a Putin condenados por violência

Rússia: manifestantes contrários a Putin condenados por violência
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A justiça russa considerou culpados os oito manifestantes acusados ​​de violência durante os protesto anti-Putin em 2012 e o veridicto, previsto para segunda-feira, pode ser pesado.

Trinta pessoas no total estão acusadas no âmbito do “caso Bolotnaïa “, o nome do lugar do “ pântano “ no centro de Moscovo onde eclodiram os confrontos com a políca, a 06 de maio de 2012 contra a nomeação, no dia seguinte, Vladimir Putin para um terceiro mandato.

A maioria dos acusados ​​são cidadãos comuns, que não pertencem a qualquer movimento político, embora também, o líder da Frente de Esquerda, Sergei Udaltsov , seja um dos visados, por “desordem organizada”, um crime punido com pena que pode ir até a10 anos de trabalhos forçados ou prisão.

No exterior do tribunal centenas de pessoas manifestaram-se e a políca fez novas detenções.

A política de repressão instalada como pelo regime, que incluiu leis restritivas e prisão para críticos e ativistas contra o poder, é agora exemplarmente aplicada.

O presidente russo quer evitar a todo o preço, na Rússia, o ambiente de pólvora que o regime ucraniano enfrenta.

Organizações internacionais dos direitos humanos denunciam uma justiça instrumentalizada para servir Vladimir Putin.

As sentenças esperadas deverão engrossar a lista de críticas internacionais ao regime depois das polémicas como o caso Pussy riots e a lesgislação que criminaliza a “propaganda” homossexual.