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Ucrânia: Putin denuncia "golpe de Estado inconstitucional" e admite ação militar

Ucrânia: Putin denuncia "golpe de Estado inconstitucional" e admite ação militar
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Vladimir Putin garante que as forças russas não estão a participar nos acontecimentos na Ucrânia, mas reserva-se o direito de recorrer “a todos os meios” para proteger os seus cidadãos.

Desde a residência oficial, em Moscovo, o presidente russo classificou o derrube de Viktor Ianukovich como “um golpe de Estado inconstitucional” na primeira vez em que falou de viva voz sobre a crise separatista na Crimeia:

“Aqueles que querem impor sanções vão ter de enfrentar as consequências. Penso que, no mundo moderno, onde todos dependem de todos e tudo está interligado, é possível fazermo-nos mal mutuamente. É uma estrada com dois sentidos”.

“Estamos prontos para receber os nossos parceiros. Estamos a preparar o G8, mas se não quiserem vir também não é preciso”.

“Os cidadãos de alguns territórios podem e devem determinar o seu futuro. E este direito foi dado ao povo kosovar e a outros povos em diferentes partes do mundo. Portanto, este direito à autodeterminação, que é concedido pelas regras da ONU, ainda existe, penso eu”.

Putin recordou que uma intervenção russa na Ucrânia será “legítima” já que “o presidente legítimo” (leia-se Viktor Ianukovich) pediu a ajuda do Kremlin.

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