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Ébola: um vírus sem passaporte

Ébola: um vírus sem passaporte
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O surto de Ébola que atinge a Guiné Conacri já provocou 78 mortos.

O balanço é feito pela organização humanitária internacional Médicos Sem Fronteiras que alerta para “uma epidemia sem precedentes.”

A estirpe do vírus foi identificada como a mais mortífera das cinco até agora conhecidas.

“Estamos perante a estirpe do Zaire, a mais agressiva de todas. Apresenta uma taxa de mortalidade de 90 por cento e não tem cura. Não existe um tratamento para este vírus. O que tentamos fazer é tornar o paciente mais forte, evitar que o corpo fique desidratado para que possa desenvolver anticorpos que eliminem o vírus” refere o epidemiologista, Michel Van Herp.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a febre hemorrágica provocada pelo vírus Ébola já chegou à Libéria e à Serra Leoa.

O Senegal decidiu, entretanto, encerrar as fronteiras com a Guiné Conacri.

O vírus transmite-se através do sangue, fluidos e tecidos corporais de pessoas ou animais infetados.

Desconhece-se para já como é que a estirpe do Zaire chegou à Guiné Conacri.