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Chade retira contingente da República Centro Africana

Chade retira contingente da República Centro Africana
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Numa altura em que o Chade anunciou ter concluído a retirada de todo o seu contingente da República Centro Africana, o Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados alertou para a “gravidade da crise” que, segundo António Guterres, “tem potencial para gerar insegurança a nível regional” e “pode contribuir para um aumento das ameaças à paz mundial e à segurança global (…) agora que a dimensão religiosa se juntou à crise”.

Em busca da reconciliação, a Organização Internacional para as Migrações (IOM), uma agência intergovernamental está, “há dois meses”, a levar a cabo um “projeto que tem por principal objetivo aproximar as pessoas”. Muçulmanos e cristãos trabalham lado a lado na limpeza das ruas de Bangui numa tentativa de alcançar a “coesão social”, segundo um dos responsáveis da organização.

Enquanto as brigadas conjuntas recolhem o lixo na capital da República Centro Africana, as agências da ONU lançaram um apelo a doações para angariar mais de 240 milhões de euros para ajudar os cerca de 200 mil refugiados, a maioria muçulmanos, que fugiram do conflito.

As forças francesas e da União Africana no país aguardam a chegada, em maio, de um contingente de 800 militares da União Europeia. Em setembro, são 12 mil capacetes azuis que devem entrar no teatro de operações.

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