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Martin Schulz: a esperança do SPD nestas europeias

Martin Schulz: a esperança do SPD nestas europeias
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Martin Schulz é uma das personalidades mais familiares do Parlamento Europeu, desde 1994.
Nasceu em 1955 na cidade alemã de Aachen. Queria ser futebolista mas a carreira foi abrutamente interrompida, por causa de uma grave lesão no joelho, foi livreiro e entrou cedo no partido SPD, o partido social democrata alemão. Como não obteve diploma universitário subiu a pulso, do mais baixo ao mais elevado escalão.
Foi eleito presidente do Parlamento Europeu, em janeiro de 2012, e esforçou-se, ao máximo, para fazer valer a voz da única instituição europeia eleita diretamente pelos cidadãos.

O seu estilo direto e a firmeza das convicções foram fonte de polémicas no hemiciclo. Foi o caso da discussão com um deputado do partido homofóbico UKIP, em 2010.
Shultz defende o acompanhamento da austeridade com políticas para o crescimento e emprego e denuncia os perigos que ameaçam a União Europeia.
Este é o género de críticas que faz:
“No continente mais rico do mundo não há equidade. A riqueza não é redistribuida equitativamente, nem entre os países nem entre as pessoas. Os que lucram milhões e que não pagam impostos, impõe as suas perdas aos contribuintes, que as têm de pagar.”
Em janeiro, o PSE, que reúde 32 partidos socialistas de toda a UE, nomeou Martin Schulz candidato à presidência da Comissão Europeia.