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Ucrânia, entre as armas e a diplomacia

Ucrânia, entre as armas e a diplomacia
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A Polónia juntou-se ao esforço diplomático pela paz na Ucrânia, quando o país se prepara para as eleições e com a tensão entre o exército ucraniano e as forças pró-russas a crescer nas regiões do leste.

O ministro polaco dos Negócios Estrangeiros esteve em Kiev para falar com as autoridades ucranianas e perceber melhor o que está a acontecer no país vizinho.

O governo interino da Ucrânia pediu às populações do leste que apoiem as operações do exército: “Faço um apelo aos residentes das regiões de Donetsk e Luhansk. é preciso apoiar as operações antiterroristas, para que juntos possamos vencer os terroristas e separatistas destas regiões”, disse o presidente Oleksandr Turchynov.

Mas os ativistas pró-russos prometem que não arredam pé das regiões que ocupam – Em Slaviansk, ergueram barricadas na estrada e prometem lutar até ao fim: “Hoje, estamos a montar um checkpoint estratégico na estrada que liga Rostov a Kharkiv. Queremos responder aos ataques das forças leais à junta de Kiev e vamos ficar aqui até ao último homem”, diz um lutador separatista.

Do lado pró-governamental também se estão a constituir milícias, nomeadamente o “batalhão de Donbass”, ativo na região de Donbass, que inclui a cidade de Donetsk.

O governo recrutou vários paramilitares, que trabalharam no Iraque para participarem nas operações de segurança à volta das eleições.

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