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Tailandeses protestam contra golpe militar

Tailandeses protestam contra golpe militar
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Apesar do golpe militar na Tailândia e da instauração da lei marcial, os manifestantes não receiam enfrentar o exército e a polícia de intervenção, que, com a sua presença, afirma apenas ser o garante da paz. Mesmo sob ameaça de serem presentes a tribunal.

Na quinta-feira, os sinais das televisões foram cortados e a imagem de todos os canais ficou presa numa só frase: Conselho Nacional para a Paz. Não é de estranhar: desde 1932, quando o país se tornou uma monarquia constitucional (através de um golpe militar),as Forças Armadas tomaram 12 vezes o poder e noutras sete tentaram, mas falharam.

A revolta popular — no ano passado, cem mil pessoas manifestaram-se em Banguecoque contra o Governo — e a resposta militar adivinhava-se. Tornaram-se irreversíveis no início de Maio, quando a primeira-ministra foi afastada do cargo pelo Tribunal Constitucional, por abuso de poder.

A Junta Militar deteve não apenas a chefe do executivo como diversas personalidades políticas, mas promete devolver o poder aos civis quando resolver a crise.

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