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Uganda assume presidência da Assembleia Geral da ONU apesar de leis homofóbicas

Uganda assume presidência da Assembleia Geral da ONU apesar de leis homofóbicas
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O ministro dos Negócios Estrangeiros do Uganda vai assumir a partir de setembro a presidência anual da Assembleia Geral das Nações Unidas.

Sam Kutesa foi eleito apesar da vaga de críticas gerada pela aprovação recente de legislação contra os homossexuais no seu país.

Kutesa era, de qualquer forma, o único candidato. O chefe da diplomacia do Uganda disse estar “motivado para colocar as populações no centro de tudo o que [a ONU] faz” e “ansioso para desenvolver uma agenda que acabe com a pobreza e a fome, crie crescimento sustentável e inclusivo, emprego e melhores condições de vida para todos”.

Em virtude do sistema rotativo, a escolha do posto cabia este ano ao grupo de Estados africanos, que apontaram o Uganda.

A designação de Kutesa é polémica não só pelas acusações de homofobia, como as de corrupção que enfrentou em 2011.