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Angelina Jolie luta para pôr fim às violações de guerra

Angelina Jolie luta para pôr fim às violações de guerra
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Pôr fim à violência sexual como arma de guerra é uma batalha difícil, mas não impossível, considera Angelina Jolie. A atriz e embaixadora de boa vontade da ONU afirmou-o no encerramento de uma conferência sobre o tema, que reuniu, em Londres, durante quatro dias, representantes de 123 países.

“Não vamos conseguir erradicar as violações de guerra de um dia para o outro, mas se mutualizarmos esforços podemos partilhar o que aprendemos e inspirar outros, para que se juntem a nós. Sei que vão encontrar a força necessária para não abandonarem a luta e que podemos e vamos acabar com a impunidade”, afirmou Angelina Jolie.

A conferência terminou, pois, com a promessa de um protocolo que visa exatamente pôr fim à impunidade, embora a aplicação no terreno seja difícil.

“Porquê agora? Porque milhares de anos depois de a violação ter sido inserida no léxico da guerra, sabemos que está na altura de retirá-la de lá e de remeter a violência sexual para a idade das trevas e para os livros de história – que é onde pertencem”, sublinhou John Kerry, o secretário de Estado norte-americano.

Mas as violações de guerra continuam ainda hoje, na República Democrática do Congo, no Afeganistão ou na Colômbia, por exemplo.

E na Bósnia, onde se estima entre 20.000 e 50.000 mulheres violadas durante a guerra, só 60 violadores foram a tribunal.