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Mauritanos devem reconduzir atual presidente

Mauritanos devem reconduzir atual presidente
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Os mauritanos votaram nas eleições presidenciais, nas quais o chefe de Estado em fim de mandato, Mohamed Uld Abdel Aziz, é o favorito, na ausência de seus principais opositores, que boicotaram a votação.

Abdel Aziz, um ex-general de 57 anos, chegou ao poder após um golpe de Estado em agosto de 2008 e no ano seguinte foi eleito para um primeiro mandato de cinco anos.

O presidente enfrentou quatro adversários, entre eles uma mulher de 57 anos, Lalla Mariem Mint Mulaye Idris, e Biram Uld Dah Uld Abeid, um ativista conhecido pela luta contra a escravidão, uma prática que perdura no país, apesar de ter sido oficialmente abolida em 1981.

A taxa de participação era de 46% às 17H00 local, segundo uma fonte ligada à Comissão Eleitoral Nacional Independente (Ceni).

Mais de 1,3 milhão de eleitores foram convocados após uma campanha eleitoral de duas semanas dominada pelo candidato-presidente Abdel Aziz.

Os principais opositores a Abdel Aziz, reunidos no Fórum Nacional pela Democracia e a Unidade (FNDU, oposição radical), denunciaram o caráter ditatorial de sua política e pediram o boicote das eleições, que qualificaram de “fachada eleitoral” organizada de forma unilateral.

O correspondente da Euronews, Riad Muasses, comenta:

“Estas eleições, apesar da relativa reduzida taxa de participação, devido ao boicote dos partidos da oposição, deverá colocar à disposição do presidente cessante, um segundo mandato.”

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