A hora é de festa na Bélgica após a vitória no jogo de terça-feira contra os Estados Unidos, nos oitavos de final do Mundial de futebol.
Com um resultado de duas bolas a uma, os chamados “diabos vermelhos” obtiveram o passaporte para os quartos de final onde vão enfrentar a Argentina.
“Viva a Bélgica. Somos os melhores e vamos ganhar”, afirma uma belga.
Outro afirma: “para já esperamos ir até às meias-finais e talvez mesmo à final. De qualquer forma hoje somos os campeões”.
A Bélgica põe fim ao sonho americano que fez com que o futebol batesse todos os recordes de audiência da televisão norte-americana, quando Washington ambiciona organizar o Mundial de 2026.
O anterior jogo dos EUA contra Portugal foi o mais visto de sempre no país, tendo contabilizado mais de 18 milhões espetadores.
Do outro lado do Atlântico a hora é de deceção para os apoiantes, entre os quais o próprio presidente Obama, que acreditaram até ao último minuto na possibilidade de chegar mais longe no Mundial.
“Estou triste”, afirma uma americana.
Outro confessa, “estou desapontado, sim, não é justo”.
“Um pouco desapontada e um pouco triste, isto é suor e não lágrimas. Mas estou um pouco triste”, reconhece outra americana.
O correspondente da euronews em Washington remata, “a Bélgica foi a última paragem nesta magnífica viagem da equipa dos Estados Unidos ao Brasil. A festa acabou, mas não o entusiasmo pelo futebol”.



