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Israel dividido sobre ataque ao Hamas

Israel dividido sobre ataque ao Hamas
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Em Jerusalém, após os assassinatos registados no seio das comunidades judaica e palestiniana, a tensão é grande.

A opinião pública está profundamente dividida sobre o lançamento de um eventual ataque contra o Hamas em Gaza.

“O Hamas deve ser combatido o mais possível. São um grupo terrorista e querem a nossa destruição. Ao mesmo tempo existem aqui muitas sensibilidades e não queremos dar ao grande número dos nossos cidadãos árabes, à população árabe em geral, mais razões para nos odiarem”, disse um israelita de Jerusalém.

“Todos os árabes devem sofrer pelo que fizeram e fazem aos judeus. Um árabe morre e atacam-nos. Devíamos fazer a mesma coisa após a morte de três judeus. Três crianças que mataram sem piedade”, afirmou outro.

Yuval Diskin, antigo chefe do serviço de segurança interna israelita, insiste que o país não tem interesse na escalada da tensão com o Hamas, antes pelo contrário, mas a extrema-direita diz que o lançamento de mísseis e rockets contra Israel deve ser punido de imediato.

“A renitência de Benjamin Netanyahu lançar um ataque massivo contra o Hamas em Gaza é visto por parte da sociedade israelita como um sinal de fraqueza. A contenção e a cautela, dizem, não vão parar os mísseis lançados da Faixa de Gaza contra Israel”, sublinhou Luis Carballo, da Euronews, em Jerusalém.