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Raf Simons fiel à história de Christian Dior

Raf Simons fiel à história de Christian Dior
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O Grand Palais de Paris foi o palco da apresentação da nova coleção de Alta-Costura do italiano Giambattista Valli. As linhas retas são cortadas pela fluidez e texturas dos tecidos e das peles, numa coleção marcada pelos padrões florais e geométricos.

Giambattista Valli explicou que a coleção inspira-se numa viagem a Espanha e na descoberta dos jardins do Palácio de Alhambra e nas pinturas impressionistas de Joaquin Sorolla. O estilista disse, ainda, que “a mulher Valli é muito eclética e excêntrica mas, desta vez, ela é influenciada por todas as viagens que faz”.

Os mármores brancos do museu Rodin, em Paris, refletiram os brancos da coleção outono-inverno da casa Dior. O belga Raf Simons apresentou uma linha revivalista, fiel à marca Christian Dior e à própria história da moda, cruzando o códigos neoclássicos com cortes modernos, mais simples e menos teatrais do que era habitual com John Galliano.

Na Semana da Moda de Hong Kong, a linha de pronto-a-vestir de Clara Tan foi mais ousada no jogo de cores, propondo tons inspirados nos corais e nas praias da Indonésia, a sua terra-natal.

Ika Button preferiu apresentar uma coleção com cores mais vivas e padrões regionais, também inspirados na Indonésia, onde nasceu. Destaque para as ondulações dos cortes a contrastar com a rigidez dos chapéus.

A britânica Nina Griffee inspirou-se na poluição de Pequim – onde mora – para dar uma lufada de ar fresco à moda na China.

Em Berlim, a estilista austríaca Lena Hoschek, reintroduziu a elegância dos turbantes, combinando-os com o classicismo dos vestidos. A sensualidade à flor da pele é a imagem de marca de Lena Hoschek: “O mais importante numa peça de roupa é tornar a pessoa que a usa mais bonita e não o contrário. Não quero apenas uma peça que só fique bem a quem tenha um corpo perfeito”, declarou.