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Economia chinesa acelera, mas sombras persistem

Economia chinesa acelera, mas sombras persistem
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Os estímulos das autoridades chinesas surtem efeitos. A economia acelerou ligeiramente no segundo trimestre. Em termos anuais, o PIB chinês cresceu 7,5%, uma décima mais do que nos três meses precedentes.

O governo fomentou o investimento em infraestruturas, mas terá de fazer mais face à forte desaceleração do setor imobiliário, que representa um quinto do PIB.

Já a produção industrial acelerou, devido a uma retoma da procura externa.

Shen Laiyun, porta-voz do gabinete chinês de estatística, mantém-se prudente: “Não devemos ser demasiado otimistas com a economia. A situação mantém-se muito complicada, sentiremos por muito tempo os duros efeitos do ajustamento da indústria tradicional e ainda sentimos a pressão da desaceleração económica”.

Nos dois últimos anos, a China cresceu 7,7%, o nível mais baixo desde 1999. Para este ano, Pequim visa uma meta de 7,5%, mas os analistas consideram que serão necessários mais estímulos para atingir esse valor.

Apesar do aumento do crédito por parte dos bancos, a compra de casas caiu 9% e o número de bens por vender aumenta, fazendo temer uma bolha imobiliária. Uma situação que ameaça o mercado laboral e quarenta outros segmentos da economia.

As vendas a retalho estão também a estagnar, o que leva os economistas a defender que Pequim será obrigada a implementar estímulos mais radicais, como o corte nas taxas de juro, na segunda metade do ano.

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