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Voo MH17: a Holanda de luto e à espera de respostas

Voo MH17: a Holanda de luto e à espera de respostas
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O presidente russo, Vladimir Putin, telefonou esta manhã ao primeiro-ministro holandês, Marc Rutte, para exigir uma “investigação objetiva” às causas da queda do voo da Malaysia Airlines no leste da Ucrânia.

Um dia após o incidente que vitimou pelo menos 170 holandeses a bordo, o governo colocou as bandeiras a meia-haste, face àquela que é a pior tragédia aérea a atingir cidadãos do país. O governo declarou este sábado, dia de luto nacional em memória das vítimas.

No aeroporto de Schipol, de onde tinha partido ontem o voo, os passageiros da companhia com destino a Kuala Lumpur mostram-se preocupados.

“Tínhamos marcado um voo para ontem mas acabamos por mudá-lo, foi por um triz que não embarcamos no avião que se despenhou. Foi uma sorte”, afirma uma passageira holandesa.

“Sim toda a gente se assusta quando ocorre um incidente como este. Eu pessoalmente vou passar a viagem a rezar, rezar muito e depois seja o que Deus quiser”, afirma uma passageira filipina.

Os voos da Malaysia Airlines foram retomados esta manhã, quando a Ucrânia encerrou o espaço aéreo sobre o leste do país. Uma zona que as autoridades aéreas internacionais consideravam já perigosa, em parte devido à anexação da Crimeia e quando o estado separatista não dispõe de controladores aéreos reconhecidos.

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