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Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos acusa Israel de desafiar direito internacional

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Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos acusa Israel de desafiar direito internacional

Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos acusa Israel de desafiar direito internacional
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A comunidade internacional condena o ataque do exército israelita a instituições, em Gaza, que estão sob a alçada da ONU.

Depois de mais um ataque mortal contra uma escola das Nações Unidas, o Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos acusa Israel de desafiar, deliberadamente, a lei internacional na guerra contra o Hamas.

Para o responsável operacional da Cruz Vermelha, no terreno, são os palestinianos que estão a sofrer:

“Os seus corpos estão a ser feridos mas também as suas mentes. A questão aqui não é ver quem está a respeitar ou a violar as regras da guerra. Estamos perante uma emergência humanitária. Estamos a pedir que a destruição pare, estamos a pedir o fim, imediato, destas mortes”, afirma Robert Mardini.

As Nações Unidas protegem mais de 200 mil pessoas nas suas instalações, em Gaza. Pessoas que fogem do conflito:

“Eles temem a morte e têm todo o direito de ter medo porque o número de vítimas continua a aumentar. Já vos informámos que, em relação aos últimos dias, está a ser morta uma criança por hora”, explica John Ging, diretor operacional da ONU para as questões humanitárias.

Israel defende-se das acusações dizendo que o Hamas esconde armas nestes edifícios e garante que avisa sobre os ataques, e com antecedência, os civis.

Em vários países, entre eles a Costa Rica, têm decorrido manifestações de solidariedade para com os palestinianos.