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Opositores paquistaneses só desmobilizam quando Sharif se demitir

Opositores paquistaneses só desmobilizam quando Sharif se demitir
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Desde o dia 15 de agosto que é assim: apesar dos ultimatos das autoridades, milhares de manifestantes paquistaneses não arredam pé do bairro governamental da capital, Islamabad. Exigem a queda do primeiro-ministro, à luz do que é defendido conjuntamente pelos dois líderes da oposição que apoiam: o ex-jogador de críquete, Imran Khan, e o imã radicado no Canadá, Tahir ul-Qadri.

Um dos participantes nos protestos garante que “ninguém vai sair deste local, até Imran Khan pedir para o fazer.” Outro explica que “cada seguidor age de acordo com as ordens do seu líder. No caso, aguarda-se receber as instruções de Qadri.”

O contestado primeiro-ministro do Paquistão, Nawaz Sharif, reuniu-se com o chefe do exército para concertar uma saída para o braço de ferro. Ambos anunciaram que serão tomadas as medidas que “melhor defendem o interesse nacional”, sem as especificar.

Os opositores de Sharif reclamam a sua demissão e acusam-no de ter manipulado as eleições legislativas de 2013, denunciando fraudes generalizadas, apesar de os observadores internacionais terem declarado a legitimidade do escrutínio.