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Estado Islâmico perde terreno no Iraque

Estado Islâmico perde terreno no Iraque
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No Iraque, para travar o avanço dos extremistas do Estado Islâmico, inimigos de outras guerras estão agora do mesmo lado da trincheira a apoiar os curdos peshmerga e o exército iraquiano.

Washington bombardeia posições dos radicais, Teerão fornece conselhos no terreno. Resultado: O Estado Islâmico foi obrigado a recuar e há mais armamento pesado a caminho para combater o califado.

“Esta é a linha da frente da guerra contra o terrorismo. Se não acabarmos com isto já, eles vão entrar pelo Ocidente (…) pela Inglaterra (…) pela Europa (…) pelos Estados Unidos”, alerta Bafle Talabani, fundador do grupo de elite antiterrorista curdo e filho do ex-presidente iraquiano Jalal Talabani.

A frente de batalha estende-se de Mosul a Amerli, passando por Erbil, a capital do Curdistão iraquiano. A Oeste, manda o Estado Islâmico.

Para quebrar o cerco dos jihadistas a Amerli, que já durava há dois meses, foi necessário trabalho coordenado entre Washington, Teerão, Erbil e Bagdade. A conquista deste fim de semana mereceu uma deslocação à cidade de Nuri al-Maliki, o primeiro-ministro cessante do Iraque.

Em agosto, os combates no Iraque mataram mais de 1400 pessoas, segundo a ONU, que decidiu, por unanimidade, enviar “com urgência”, uma missão para investigar as atrocidades cometidas pelo Estado Islâmico.