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Presidente ucraniano admite que a via militar não é solução para a paz

Presidente ucraniano admite que a via militar não é solução para a paz
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Em Luhansk são visíveis as marcas deixadas por meses de intensos confrontos, entre forças governamentais ucranianas e rebeldes pró-russos. Reconstruir é a palavra de ordem ainda que noutro ponto do leste do país, Donetsk, os combates não tenham terminado com o cessar-fogo assinado no último dia 5.

No regresso dos Estados Unidos, o Presidente ucraniano defendeu o plano de paz, para o leste do país, afirmando que a solução militar não é uma opção:

“Eu sublinho que é impossível vencer a guerra nas cidades de Luhansk e Donetsk usando apenas meios militares. Quanto mais batalhões ou brigadas do exército ucraniano são levados para lá, mais tropas da Federação russa são enviadas para o terreno.”

Petro Poroshenko mostrou-se, uma vez mais, disposto a dar mais autonomia às regiões tocadas pelo conflito e reconheceu que as tropas ucranianas continuam a morrer, ainda que em menor número.

Na Rússia, em Moscovo, aconteceu, este domingo, uma ação se precedentes. Milhares de pessoas manifestaram-se contra a guerra na Ucrânia. Uma “Marcha pela Paz”, a primeira, desde o início do conflito, que conseguiu mobilizar tantas pessoas.