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Síria: depois de Kobani é preciso salvar Alepo afirma diplomacia francesa

Síria: depois de Kobani é preciso salvar Alepo afirma diplomacia francesa
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As forças curdas iraquianas intensificam a ofensiva para recuperar o controlo da cidade síria de Kobani, ao lado de cerca de 1500 milicianos curdos.

Os “peshmerga” afirmam ter retomado os bombardeamentos de artilharia sobre as zonas da localidade, ainda às mãos de 4 mil combatentes islamitas no terreno, com o apoio das forças aéreas da coligação militar internacional.

De visita a Bruxelas, o responsável da segurança do executivo do Curdistão iraquiano, Masrour Barzani, pediu mais ajuda à União Europeia, nomeadamente com o fornecimento de armamento pesado aos combatentes no terreno.

Em paralelo, a organização humanitária Human Rights Watch denunciou hoje vários casos de violência sobre crianças, em Kobani e noutras zonas controladas pelo grupo islamita.

Os testemunhos de um grupo de crianças libertadas recentemente pelo grupo Estado Islâmico evocam casos de espancamentos, tortura e lavagem cerebral sobre reféns menores, em especial de origem Yazidi ou curda.

A diplomacia francesa lançou hoje um apelo a uma nova intervenção internacional na cidade de Alepo, onde a oposição síria moderada, enfrenta desde há meses quer os bombardeamentos da aviação síria, quer os ataques dos combatentes Estado Islâmico.

“Depois de Kobani, é preciso salvar Alleppo”, afirma o ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Laurent Fabius, numa tribuna publicada na imprensa internacional. Desde o início do conflito na Síria que Paris defende uma intervenção no terreno para ajudar a oposição que combate as forças do presidente Bashar Al-Assad.

A Turquia tinha sugerido há semanas, sem sucesso, a criação de uma zona de exclusão aérea sobre a região, dias antes do regime sírio iniciar uma nova ofensiva com barris explosivos sobre Alepo.

Num comunicado, difundido na terça-feira, o Departamento da Defesa norte-americano afirma estar a ultimar um plano para treinar e fornecer equipamento militar aos rebeldes sírios, em colaboração com a coligação militar internacional.