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Embargada pela Rússia, Moldávia aposta cada vez mais no Porto de Giurgiulesti

Embargada pela Rússia, Moldávia aposta cada vez mais no Porto de Giurgiulesti
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Com a crise na vizinha Ucrânia e o embargo russo às exportações da Moldávia, o porto fluvial de Giurgiulesti é a tábua de salvação da economia do pequeno país de leste.

Situada no Danúbio e inaugurada em 2006, a infraestrutura portuária é detida, a 20%, pelo Banco Europeu de Reconstrução e Desenvolvimento e, o restante, pela empresa holandesa Danube Logistics, parte da EASEUR Holding.

“Por causa do embargo, no ano passado assistimos, pela primeira vez, à exportação de maçãs. E com o vinho, vimos um aumento estável das exportações de contentores, para mercado em desenvolvimento como os Estados Unidos, a China e outros. Estamos satisfeitos de poder apoiar os exportadores moldavos neste momento difícil”, explica Thomas Moser, diretor geral da Danube Logistics.

Até ao ano passado, o mercado russo absorvia 93 por cento das maçãs produzidas na Moldávia. E as exportações eram efetuadas por rodovia.

Agora, graças ao porto de Giurgiulesti, os frutos pomáceos são exportados para novos mercados como a Alemanha, mas também a Jordânia ou o Bangladesh.

“Todas as nossas exportações de cereais, frutos e gado podem ser encaminhadas a partir do nosso novo porto do Danúbio”, explica p ministro moldavo da agricultura, Ion Sula.

Nos últimos meses, através do porto de Giurgiulesti, os produtos moldavos chegaram a 43 países, do Norte de África à Ásia, passando pelos Estados Unidos.

Não é ainda suficiente para compensar a perda de 85% nas exportações para a Rússia, mas já é uma ajuda e uma diversificação de clientes com a qual Chisinau nunca sonhara, antes do embargo de Moscovo.