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OMS lembra que a Ómicron é perigosa, sobretudo para não vacinados

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De  Euronews
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OMS lembra que a Ómicron é perigosa, sobretudo para não vacinados
Direitos de autor  Lisa Leutner/Copyright 2022 The Associated Press. All rights reserved

À medida que a Ómicron cresce na Europa, aumenta a pressão sobre as pessoas não vacinadas na Áustria.

A polícia está a aumentar os controlos pontuais em locais públicos e lojas. Em todo o país, as autoridades efetuaram mais de 33 mil controlos na terça-feira. Em Viena, a polícia verificou mais de cinco mil documentos .

Markus Dittrich, o porta-voz da polícia faz o balanço: "Ontem, verificámos estados de vacinação cerca de 5.100 vezes e o uso da máscara 2.500 vezes. O resultado foi: 12 multas e cerca de 34 reclamações. Assim, é possível ver que as pessoas seguem as regras, e isso torna os controlos mais fáceis para nós, que servimos o povo".

A Organização Mundial de Saúde (OMS)  atribui o enorme pico global de contágios à Ómicron mas insiste que não nos devemos render a esta variante especialmente porque a variante Ómicron é perigosa.

Terdros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da organização, lembra: "Enquanto a Ómicron causa doenças menos graves do que a Delta, continua a ser um vírus perigoso, particularmente para aqueles que não estão vacinados".

Na Suécia, entram em vigor novas restrições. A nova ordem é teletrabalho e uso de máscara nos transportes públicos.

Os espaços comerciais e os restaurantes voltam a ser os mais atingidos por estas medidas. As queixas não se fazem esperar. O proprietário de restaurante, Fredrik Andersson, diz: "O conselho é para ficar em casa. Fique em casa, não saia. E isso é uma coisa difícil, claro. Normalmente, temos muito trabalho ao almoço. Agora não temos tanto trabalho, e são tempos difíceis que voltam. "

Na Alemanha, há apelos do presidente para um debate aprofundado sobre os planos para tornar obrigatória a vacinação contra o Sars-Cov2.

Segundo as sondagens, a maioria dos alemães apoia a vacinação obrigatória, mas há uma minoria fortemente resistente à ideia.

A Rússia está a preparar-se para a chegada em força da Ómicron. O presidente, Vladimir Putin, avisa que faltam apenas duas semanas para que a variante altamente contagiosa seja prolífica no país e apela à intensificação do programa de vacinação.