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Existem mais escravos por estes dias do que em qualquer outra época na história da humanidade.
Os números apontam para 27 milhões de pessoas escravizadas em todo o mundo. Uma boa parte está relacionada com o negócio do sexo.

O tráfico sexual não é exclusivo de um género ou de uma idade. Mas maior parte das vítimas são mulheres e raparigas. O jornalista da Euronews Michel Santos conheceu Sophie Hayes (nome fictício), uma jovem britânica que viveu durante seis meses o terror da escravidão sexual. Ela tinha embarcado numa escapadela de fim de semana com um amigo, mas acabou explorada sexualmente por essa mesma pessoa, que já conhecia “há 5 ou 6 anos”, segundo relatou.

Este é um tipo de caso muito usual na Holanda, revela Toos Heemskerk, representante da ONG Not For Sale. Mas a holandesa garante que não há duas histórias iguais.

A União Europeia está atenta ao fenómeno e em 2013 poderá ser aprovada uma diretiva determinante para combater o tráfico sexual no seio dos 27 Estados membros. Myria Vassiliadou, coordenadora Antitráfico da UE, vê “vontade política” para “progredir” no combate a este tipo de crimes.

“A diretiva é mais orientada para a proteção e assistência às vítimas. Quando elas se sentem protegidas, mais facilmente aceitam ajudar as autoridades”, sublinhou Vassiliadou, que assim conta conseguir “um maior número de acusações e condenações” de traficantes de pessoas.

Este, contudo, é um problema gigantesco e muito complexo. A menos que exista um verdadeiro compromisso, o tráfico sexual é um crime contra a humanidade que irá continuar a crescer.

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