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Morte de girafa bebé na Dinamarca cria onda de revolta

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Morte de girafa bebé na Dinamarca cria onda de revolta

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Continua a polémica em torno do jardim zoológico de Copenhaga que decidiu matar uma girafa bebé por considerar que esta não tinha um património genético “interessante”.

Na internet, nas redes sociais circula já uma petição a exigir a a demissão do diretor do jardim zoológico. A organização "Change", de defesa dos animais, publicou no seu sítio na internet uma mensagem de repúdio à situação, afirmando:

“É, absolutamente, vergonhoso matar uma girafa saudável e convidar os visitantes, incluindo crianças, para assistirem à girafa a ser esfolada e servida como alimento aos outros animais. Isso é doentio e que mensagem passa no que diz respeito à preservação destes animais por gerações futuras…”

O jardim zoológico chama de eutanásia à decisão de matar a girafa bebé e, como se pode ler num comunicado no seu sítio na internet, apoia-se nas leis internacionais para fazê-lo:

“As girafas do Zoo de Copenhaga fazem parte de um programa de melhoramento genético internacional que tem como objetivo garantir uma população saudável de girafas em zoológicos europeus. Isto é feito, constantemente, para (…) evitar a consanguinidade”.

Nas redes sociais há quem vai mais longe e faça ameaças de represálias. A história da girafa bebé que morreu por ser igual a tantas outras, correu o mundo e tornou-se numa causa.