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Obama: "Ocidente não está em guerra contra o islão"

É necessária uma nova estratégia para derrotar o extremismo islâmico. Esta é uma das conclusões da conferência internacional dedicada ao extremismo

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Obama: "Ocidente não está em guerra contra o islão"

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É necessária uma nova estratégia para derrotar o extremismo islâmico.

Esta é uma das conclusões da conferência internacional dedicada ao extremismo e à violência que durante três dias reuniu, em Washington, representantes de mais de 60 países.

O encontro ocorre seis meses depois da coligação internacional ter começado a atacar posições dos radicais do Estado Islâmico na Síria e no Iraque.

O presidente norte-americano considera que é tempo de utilizar outro tipo de armas.

“As comunidades muçulmanas, incluindo estudantes e clérigos têm a responsabilidade de clarificar as ideologias distorcidas do Islão e de desmentir a ideia de que estamos envolvidos numa luta de civilizações, de que os Estados Unidos e o Ocidente estão em guerra contra o islão” afirma Barack Obama.

As ações militares não bastam para acabar com o extremismo e a violência que afetam um número de países cada vez maior. A batalha online é outra das grandes apostas já que se estima que cerca de 20 mil pessoas, de mais de uma centena de países, tenham sido assim recrutadas, nos últimos meses, para integrar as fileiras do autoproclamado Estado Islâmico.