Última hora

Última hora

Salão do turismo de Londres: 3,5 mil milhões de euros em acordos assinados

Aqui encontram-se todos os principais decisores mundiais do setor.

Em leitura:

Salão do turismo de Londres: 3,5 mil milhões de euros em acordos assinados

Tamanho do texto Aa Aa

Este é o maior salão mundial de turismo: O World Travel Market, em Londres, tem este ano mais 250 expositores que no ano passado.

Point of view

Colorido, atraente, aberto ao mundo. É assim que cada um dos países aqui presentes se quer mostrar nesta feira (...) É um salão sobre tendências e desenvolvimento, mas, acima de tudo, sobre negócios.

Apesar da crise, o setor está em crescimento. Os viajantes estão a descobrir novos destinos – É o caso da Geórgia, que se apresenta com o slogan “o segredo mais bem guardado da Europa”: “No ano passado, recebemos 5 milhóes e meio de visitantes internacionais, este ano podemos chegar aos seis milhões, sendo que a população da Geórgia é de apenas 3,7 milhões”, diz o presidente da Administração Nacional de Turismo, George Chogovadze.

O turismo é cada vez mais um motor do crescimento económico. Países como o Cazaquistão decidiram atrair mais visitantes através de uma política de isenção de vistos.

Na Europa, a situação é diferente: A exigência de vistos a cidadãos de países como a China, a Índia, a Rússia ou a Turquia está a tirar milhares de milhões de euros às receitas de vários países, segundo um relatório: “Se a Europa tivesse uma política de isenção de vistos em relação a dez dos maiores mercados mundiais do turismo, teríamos mais 84 milhões de visitantes, que trariam receitas de 114 mil milhões de euros”, diz Mark Henry, vice-presidente do Comité Europeu do Turismo.

Na Ásia, as Filipinas estão a tentar diversificar a oferta turística e fazer com que todas as 18 regiões do país se envolvam no setor. Domingo Ramón C. Enerio III é presidente do gabinete turístico filipino: “Todo o país quer envolver-se no turismo. Todos devem ter um papel a desempenhar, para que a experiência dos visitantes seja a melhor possível”, explica.

Ao todo, os acordos assinados durante o salão representam 3,5 mil milhões de euros.

É uma boa altura para decisões como a que foi agora anunciada pelo Quénia, que vai começar a subsidiar as companhias de voos charter que tragam turistas para o país.

“Colorido, atraente, aberto ao mundo. É assim que cada um dos países aqui presentes se quer mostrar, nesta feira onde se reúnem os principais decisores da indústria mundial do turismo. É um salão sobre tendências e desenvolvimento, mas, acima de tudo, sobre negócios”, conclui o enviado especial da euronews ao World Travel Market, Sebastian Saam.