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Primeira decisão da FED em 2016: "congelamento" das taxas de juro

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De  Euronews
Primeira decisão da FED em 2016: "congelamento" das taxas de juro

<p>A Reserva Federal (Fed) norte-americana decidiu esta semana manter inalteradas as taxas de juro de referência, entre os 0,25 e os 0,50 por cento.</p> <p>Em comunicado emitido quarta-feira, após a reunião de dois dias do comité de política monetária, a Fed argumenta a decisão com o facto de o crescimento económico se ter mantido “moderado” nos Estados Unidos e considerando que a inflação vai continuar baixa “no curto prazo”.</p> <p><blockquote class="twitter-tweet" lang="pt" align="center"><p lang="en" dir="ltr">Federal Open Market Committee statement: <a href="https://t.co/eqnIWHxpRZ">https://t.co/eqnIWHxpRZ</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/FOMC?src=hash">#FOMC</a></p>— Federal Reserve (@federalreserve) <a href="https://twitter.com/federalreserve/status/692421910416744448">27 janeiro 2016</a></blockquote><br /> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p> <p>A Fed espera que “a inflação se mantenha baixa no curto prazo, em parte devido às maiores descidas dos preços da energia”, antecipando que este indicador permaneça ainda distante do objetivo de médio prazo, de 2 por cento.</p> <p>Na reunião anterior, em dezembro, o banco central norte-americano tinha qualificado o crescimento económico do país como “sólido”, pelo que a alteração de linguagem supõe um reconhecimento do abrandamento económico.</p> <p>Relativamente à evolução das taxas de juro, que subiu em dezembro pela primeira vez desde 2006, o Comité Federal do Mercado Aberto (<span class="caps">FOMC</span>, na sigla em inglês) da Fed reiterou a expectativa de que “as condições económicas evoluam de maneira a que sejam exigidos apenas incrementos graduais”.</p> <p>A instituição liderada por Janet Yellen evitou dar referências concretas à recente volatilidade registada dos mercados norte-americanos e chineses, adiantando simplesmente que “está a vigiar de perto os acontecimentos económicos e financeiros globais”.</p> <p>A votação sobre o comunicado hoje divulgado foi unânime, tendo havido 10 votos a favor e nenhum contra.</p> <p><b>fonte: <span class="caps">LUSA</span></b></p>