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Atentados de Paris: Abdeslam escolhe silêncio face a juízes

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Atentados de Paris: Abdeslam escolhe silêncio face a juízes

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Salah Abdeslam escolheu o silêncio na primeira comparência face à Justiça francesa.

O único sobrevivente do comando terrorista que matou 130 pessoas em Paris, em novembro, fez esta manhã a primeira aparição no Palácio da Justiça da capital francesa, para responder às acusações de participação nos atentados, nomeadamente garantindo a logística dos ataques.

Mas a procuradoria indicou que Abdeslam “recusou responder às perguntas”. O advogado Frank Berton afirmou que o cliente “prometeu falar um dia, mas não hoje. As pessoas podem dizer que não é suficientemente rápido, mas ele é o responsável pela escolha do momento para se explicar e responder aos juízes e o que é importante é que o fará um dia”.

Para os familiares das vítimas, que não parecem duvidar da sua culpabilidade, o importante não é uma confissão. O advogado Gerard Chemla, que representa 75 vítimas e familiares de vítimas, disse que “o que elas querem não é que ele fale, mas sim mostrar-lhe o que ele fez, para que ele se aperceba da dimensão do seu sofrimento. Não se trata de vingança, mas de justiça”.

Abdeslam está detido desde o fim de abril na prisão de Fleury-Mérogis, nos arredores de Paris. O advogado do suspeito de terrorismo queixa-se da vídeovigilância permanente de que é alvo o cliente, incluíndo no interior da própria cela.

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