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O último adeus a Muhammad Ali

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O último adeus a Muhammad Ali

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Um último adeus ao homem, aquele que foi considerado o melhor pugilista de todos os tempos, o campeão dentro e fora do ringue.

Milhares de pessoas marcaram presença na despedida a Muhammad Ali num pavilhão da cidade natal de Louisville, onde foi batizado com o nome de Cassius Clay, antes de se tornar muçulmano.

Uma cerimónia inter-religiosa onde compareceram personalidades de todos os quadrantes.

A viúva, Lonnie Ali, proferiu palavras para relembrar quem se manteve firme e destemido a defender o que considerava justo.

“Ele queria que usássemos a sua vida e morte como um momento de ensinamento para os mais novos, para o seu país e para o mundo. De facto, ele queria relembrar as pessoas em sofrimento, que ele tinha visto a cara da injustiça, que viveu na segregação e que durante os primeiros anos de vida, ele não era livre para ser quem ele queria ser.”

Campeão olímpico e triplo campeão mundial, Muhammad Ali levou o boxe a zonas onde o pugilismo pouco interesse despertava, por causa da resiliência na luta pelas convicções.

“Penso que ele decidiu aquilo que todos os jovens aqui, espero eu, vão um dia decidir. Penso que logo muito cedo decidiu escrever a história da sua própria vida. Deus te abençoe meu amigo, vai em paz”, afirmou o antigo presidente Bill Clinton.

A lenda, conhecida como “the greatest” – em português o Grande – cumpriu a última viagem, numa procissão de 30 quilómetros em Louisville em que não faltaram gritos de exaltação a uma das grandes figuras mundiais do século XX.

Foi a enterrar numa cerimónia privada no cemitério de Cave Hill. Muhammad Ali tinha 74 anos.

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