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Reino (des)Unido: a Escócia quer ficar na UE

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Reino (des)Unido: a Escócia quer ficar na UE

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Apesar dos dois por cento que decidiram o não à União Europeia no Reino Unido em referendo, parte do reino não assina o resultado.

A Escócia votou a permanência com mais de 60 % e foi a Bruxelas dizer que esse é o resultado que lhe agrada: permanecer enquanto parte da União Europeia.

Depois de reunir com o presidente do Parlamento Europeu Martin Schulz, Nicola Sturgeon, a primeira-ministra escocesa, afirmou: “Estamos numa etapa muito inicial do processo. Afirmei claramente o desejo da Escócia de proteger a nossa relação coma União Europeia. Não subestimo os desafios que temos pela frente na procura de um caminho e esta é uma reunião muito preparatória, como outras hoje aqui em Bruxelas, para que as pessoas percebam que a Escócia, ao contrário de outras partes do reino Unido, não quer deixar a União Europeia. Mas foi uma reunião introdutória, e fico grata por o presidente me ter recebido.”

Depois do presidente do Parlamento, também o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, vai reunir com a pro-independentista Nicola Sturgeon. Contudo, ao ter rejeitado a independência em 2014 por referendo, a ambição da Escócia de ficar na União Europeia sem o reino estar unido parece remota, até porque isso abriria precedentes a outras aspirações independentistas como a da Catalunha.

Algumas vozes em Bruxelas apontam a recepção da primeira-ministra escocesa como uma provocação de Juncker com o intuito de pressionar o Reino Unido na ação posterior ao resultado do referendo que afirmou a saída.

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