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Revolta móvel dos Pokemon relança Nintendo mas com um lado obscuro

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Revolta móvel dos Pokemon relança Nintendo mas com um lado obscuro

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A revolta dos Pokemons em curso há menos de uma semana está viciar milhões de utilizadores e a relançar as ações da Nintendo na bolsa de Tóquio, no Japão, onde chegaram já a valorizar mais de 56 por cento. O novo jogo da empresa sediada em Kioto, o “Pokemon Go”, é gratuito e, para já, está apenas disponível nos Estados Unidos, na Austrália e na nova Zelândia, de onde já surgiram notícias do lado obscuro deste novo entretenimento para “smartphones.”

O novo jogo criado pela Niantic e distribuído pela Nintendo desde o dia 6 julho mistura realidade com ficção no pequeno ecrã dos telemóveis. A “realidade aumentada” recorre à câmara e à geolocalização dos aparelhos, permitindo aos utilizadores encontrar e caçar os pequenos Pokemons que podem surgir de qualquer sítio real no ecrã tátil dos telemóveis.

Freydo Caveiro, de Los Angeles, garante que o “Pokemon Go” é “fácil e divertido” e algo que “todos podem jogar”. “Mesmo quem nunca tocou num Pokemon ou nunca jogou qualquer outro destes jogos. É muito fixe. Posso jogar isto em qualquer lugar”, destaca este jogadore de 28 anos. A amiga Margo Denis, de 27, diz já ter “muitos amigos viciados que nunca tinham jogado Pokemon antes.”

Embora gratuito, o “Pokemon Go” é já uma fonte de receita para os proprietários do jogo à imagem do também popular “Candy Crush”. A compra de diversos itens dentro do próprio jogo envolve dinheiro bem real.

Com uma abrangência ainda limitada no mundo, os relatos destes primeiros dias indicam que o “Pokemon Go” já estará instalado em mais aparelhos Android que a também famosa aplicação móvel de engate “Tinder”. O nível de atividade já se equipara, imagine-se, à do Twitter.

A necessidade de se manter os olhos no telemóvel, já terá, no entanto, aberto o referido lado obscuro do jogo. Alguns pequenos acidentes de viação têm sido reportados. Há jogadores a ser localizados através da participação no jogo em sítios isolados e a serem assaltados. Do Wyoming, nos Estados Unidos, surgiu até o relato de uma adolescente, Shayla Wiggins, que se levantou pela manhã e decidiu ir dar um passeio “à caça” de pokemons e acabou por encontrar um cadáver no leito do rio Wind.

Na Austrália, os Serviços de Polícia, Fogo e Emergência do Território do Norte publicou no Facebook um curioso aviso para os jogadores de “Pokemon Go” (em baixo): “Para aqueles que andam à procura de Pokemons usando a o ‘Pokemon Go’, embora a esquadra da polícia de Darwin possa surgir na aplicação como uma ‘PokeStop’, por favor, tenham atenção de que não têm forçosamente de entrar para conseguir ganhar ‘pokeballs’. É uma boa ideia, levantar os olhos do telemóvel e para ambos os lados antes de atravessarem uma estrada. Esse ‘Sandshrew’ não vai rápido a lado nenhum. Fiquem em segurança e cacem-nos a todos.”

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