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França reforça segurança com "Guarda Nacional"

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França reforça segurança com "Guarda Nacional"

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O presidente francês afirmou que o país se está dotar de uma “Guarda Nacional” composta por reservistas do exército, da polícia e da guarda republicana. Seis dias depois do atentado em Nice que fez 84 mortos e mais de três centenas de feridos, François Hollande visitou a academia onde se formam os gendarmes, em Saint-Astier, no sudoeste de França.

Perante os reservistas que foram chamados em reforço da operação Sentinela, que mantém mobilizados 10 mil militares nas ruas do país, o presidente declarou que este contingente pode ser imediatamente reforçado com 12 mil reservistas das forças de gendarmerie e da polícia. Um número que deverá subir para 15 mil no final do mês para auxiliar no patrulhamento dos eventos que decorrem por toda a França no período estival. No entanto, a prefeitura de Paris cancelou o eventos de verão por razões de segurança.

O país conta com dois níveis de reservistas que no total contabilizam mais de 180 mil homens e mulheres, mas estes números vão aumentar. O governo pretende que a idade máxima com que se possa chamar um reservista, na gendarmerie, por exemplo, passe dos 30 para os 40 anos. E o contingente de militares reservistas deverá passar dos atuais 28 mil para 40 mil em 2019.

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