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Donald Trump: Candidato da "lei e da ordem" acusa Clinton de ter tornado a América "menos segura"

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De  Euronews
Donald Trump: Candidato da "lei e da ordem" acusa Clinton de ter tornado a América "menos segura"

<p>Donald Trump não muda de discurso após ser investido como candidato republicano às presidenciais de Novembro.</p> <p>O milionário apresentou-se como, “a voz dos mais fracos”, prometendo “restaurar a lei e a ordem” no país, contra a insegurança, a imigração ilegal e o terrorismo, frente à convenção republicana reunida pelo quarto e último dia em Cleveland, no Ohio.</p> <p>“Vamos construir um grande muro fronteiriço para travar a imigração ilegal, os gangues e a violência e para travar a entrada de drogas nas nossas comunidades”, afirmou Trump.</p> <p>Durante mais de uma hora de discurso, o candidato prometeu fazer com que os aliados dos <span class="caps">EUA</span> “paguem a devida quota” pela sua segurança e garantiu que vai proibir a entrada de imigrantes de países, “comprometidos pelo terrorismo”, como a Síria.</p> <p>O milionário criticou igualmente o legado de Obama e Clinton, acusando a ex-secretária de Estado de ser responsável por uma política externa de, “mortes, destruição e fragilidade”, no Médio Oriente.</p> <p>“A América está muito menos segura e o mundo está menos estável desde que Obama decidiu encarregar Clinton da política externa norte-americana. Em 2009, antes da chegada de Clinton, o Estado Islâmico não estava ainda no mapa”. </p> <p>Com um discurso mais centrado nas questões da segurança e da luta contra o terrorismo, o magnata do imobiliário resumiu o seu programa económico com a defesa do protecionismo – com “uma política comercial justa” – e uma redução de impostos, segundo ele, “inédita”, para a classe média.</p> <p>Um discurso que condensa as promessas avançadas até hoje pelo candidato que, evitou, no entanto, citar a religião muçulmana, a <span class="caps">NATO</span> ou o México que tinham inflamado a polémica nas últimas semanas, assim como as críticas à sua alegada incapacidade para assumir a chefia da nação.</p>