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Síria: Aleppo eixo da guerra


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Síria: Aleppo eixo da guerra

Nuvens de fumo perto da fronteira sírio-turca este domingo, dão conta da continuação dos combates depois de um cessar-fogo recentemente acordado mas não respeitado.

Pelo menos 115 pessoas, sobretudo civis, morreram devido aos bombardeamentos sírios e russos sobre a parte oriental de Aleppo desde que o exército anunciou na quinta-feira uma operação para recuperar aquela área da cidade atualmente controlada por rebeldes.

Os quase dois milhões de habitantes estão sem água corrente devido aos bombardeios. O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) teme uma catástrofe com o surgimento de doenças causadas pela falta de água potável, em particular entre as crianças.

Antiga capital económica e segunda maior cidade do país, Aleppo tornou-se o principal eixo da guerra na Síria.

O representante francês nas Nações Unidas afirmou hoje que estão a ser cometidos aqui graves crimes de guerra, antes do início de uma reunião de emergência do Conselho de Segurança das ONU.

O embaixador francês acusou o regime sírio e os aliados russos de prosseguirem uma solução militar na Síria e de se servirem das negociações como uma “cortina de fumo”.

Por seu turno, o ministro francês dos Negócios Estrangeiros, Jean-Marc Ayrault, pediu à Rússia e ao Irão que deixem de apoiar a estratégia do regime sírio ou “serão cúmplices dos crimes de guerra cometidos em Aleppo”.

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