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Campo de migrantes de Calais começa a ser demolido


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Campo de migrantes de Calais começa a ser demolido

A demolição do campo de migrantes e refugiados de Calais arrancou esta terça-feira, enquanto os habitantes continuaram a ser transportados de autocarro para centros de acolhimento espalhados pela França.

Até ao início da evacuação entre seis mil e oito mil pessoas viviam neste espaço, que ficou conhecido como a selva. Homens, mulheres e crianças, vindos a maior parte do Afeganistão, do Sudão, da Síria ou da Eritreia, com o sonho de chegar ao Reino Unido.

Aos que receiam sair, a prefeita de Pas-de-Calais, Fabienne Buccio, lembra a falta de condições do campo: “Vamos começar a limpar o campo. Isso vai contribuir para ajudar os migrantes que ainda hesitam a perceberem que o campo acabou, que esta situação miserável acabou”.

Assistentes sociais e tradutores enviados pelo Governo francês distribuíram panfletos para tentar convencer os mais resistentes a abandonarem o campo, mas alguns continuam a dizer que não querem construir uma vida em França, apenas no Reino Unido.

O ministro do Interior britânico, Amber Rudd, disse estar disposto a receber apenas metade dos 1300 menores que viviam sozinhos em Calais. Menores, que cansados de esperar na fila para serem recolocados, começaram a empurrar as barreiras. A polícia interveio e foi acusada por alguns voluntários de terem usado uma força desproporcionada.

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