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COP22 debate Trump e novo recorde de temperaturas em 2016


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COP22 debate Trump e novo recorde de temperaturas em 2016

Na cimeira das Nações Unidas sobre as alterações climáticas – a COP22 -, em Marraquexe, também se debatem os possíveis efeitos da eleição de Donald Trump.

O polémico magnata, que não acredita no aquecimento global, ameaçou retirar-se do Acordo de Paris.

No encontro marroquino, o enviado especial dos Estados Unidos, Jonathan Pershing, afirmou não querer “especular acerca do que farão os recém chegados, mas em cada acordo existem disposições sobre como uma pessoa ou país poderá retirar-se. A nova administração poderá analisar o compromisso e o seu interesse de forma global e decidir como avançar de forma consistente com as suas próprias políticas. É preciso esperar para ver”.

A incerteza instala-se num momento em que a agência da ONU para o Clima fez saber que 2016 poderá tornar-se no ano mais quente desde que há registo. Os valores medidos entre janeiro e setembro deste ano apontam para uma temperatura média superior ao recorde registado em 2015.

O secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial, Petteri Taalas, diz que “se observarmos os primeiros nove meses do ano, já estamos a quebrar recordes e é provável que cheguemos este ano a uma subida de 1,2 graus no nível de aquecimento. Vamos na direção errada, se pensarmos nas metas que foram decididas no ano passado em Paris”.

O Acordo de Paris pretende limitar o aquecimento do planeta a um máximo de 1,5 a 2 graus, em comparação com a era pré-industrial.

Um abandono dos Estados Unidos, um dos principais poluidores mundiais, poria certamente em causa a meta ambiciosa.

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