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Batalha por Mossul: "Daesh" perde aeroporto de Tal Afar e acesso a Raqqa


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Batalha por Mossul: "Daesh" perde aeroporto de Tal Afar e acesso a Raqqa

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A Batalha para reconquistar Mossul, no norte do Iraque, ao grupo terrorista autoproclamado Estado Islâmico (“Daesh”/ ISIL, na sigla inglesa) entrou esta semana no segundo mês.

As forças aliadas a Bagdade avançam por várias frentes. A ocidente, com as milícias xiitas Hashd al-Shaabi. No leste de Mossul, as forças iraquianas, por sudeste, e os Pershmergas, por nordeste, apertam o cerco aos “jihadistas” resistentes com o apoio aéreo da coligação liderada pelos Estados Unidos, prejudicada esta sexta-feira também pelo mau tempo.

O aeroporto de Tal Afar, 60 quilómetros a ocidente de Mossul, foi já tomado pelas milícias xiitas e está a ser limpo dos explosivos deixados pelos “jihadistas”, enquanto prosseguem combates noutros pontos da cidade ainda por conquistar.

Os aliados de Bagdade já conseguiram, contudo, cortar a via de ligação entre Mossul e a capital de facto do “Daesh”, a cidade de Raqqa, já na Síria.

Dentro dos limites de Mossul, o principal bastião dos terroristas no Iraque, os combates prosseguem em diversos bairros. Em especial na zona leste da cidade. Aproveitando uma certa acalmia na quinta-feira, centenas de civis fugiram da ameaça dos “jihadistas” de poderem vir a ser usados como escudos humanos.

Uma ameaça confirmada pelo general Mohanna al-Saidi, das forças especiais iraquianas. Este oficial contou-nos que os “jihadistas” estão “a aproveitar-se dos civis como escudos humanos”, o que leva as forças iraquianas a “reprimir o uso de artilharia e morteiros contra o inimigo.”

Mohannad al-Saidi garante ter a situação controlada, mas o fogo cruzado revela-se outro dos perigos para os civis.

O “Daesh” contra-atacou, entretanto, com morteiros e carros bomba, no bairro de Al Tahrir, no leste de Mossul. Pelo menos oito civis morreram e outros 50 ficaram feridos. O grupo terrorista adiantou através da rede social Instagram ter destruído um quartel do exército iraquiano, mas essa informação não foi confirmada pelas forças militares fiéis a Bagdade.

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