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"Marcha das mulheres" contra Trump junta maiores multidões de sempre nos EUA


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"Marcha das mulheres" contra Trump junta maiores multidões de sempre nos EUA

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São os maiores protestos das últimas décadas nos Estados Unidos, provavelmente os maiores de sempre, maiores que as marchas pelos direitos cívicos e contra a guerra do Vietname nos anos 60.

Só em Washington, a Marcha das Mulheres juntou pelo menos 500 mil pessoas. O número chegou aos vários milhões, somando todas as cidades americanas em que decorreu.

Apesar do nome, o protesto acabou por juntar todo o tipo de pessoas, homens e mulheres, contra o recém-empossado presidente americano Donald Trump.

Madonna chocou ao pronunciar a “palavra F” várias vezes e dizer que pensou em “rebentar com a Casa Branca”…

O realizador Michael Moore juntou-se: “Esta manhã comprei o ‘Washingron Post’ e o título era ‘Trump toma o poder’. Eu não acho que seja assim. O poder está aqui. A maioria da América está aqui. Nós somos a maioria. Se Trump diz querer acabar com o que diz ser o massacre da América, nós queremos acabar com o massacre de Trump”, disse Moore, antes de rasgar um exemplar do jornal.

O ex-secretário de Estado John Kerry juntou-se à marcha em Washington:

Além do protesto de Washington, que juntou mais pessoas que a tomada de posse de Trump, na sexta-feira, as manifestações juntaram centenas de milhares de pessoas em cidades como Nova Iorque, Boston, Chicago e Los Angeles. Realizaram-se também marchas um pouco por todo o mundo.

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Europa junta-se à "marcha das mulheres" contra Trump