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Rio: Um carnaval "tresmalhado" sem o pastor Crivella

O carnaval do Rio de Janeiro entra no terceiro dia de desfiles no famoso Sambódromo.

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Rio: Um carnaval "tresmalhado" sem o pastor Crivella

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O carnaval do Rio de Janeiro entra no terceiro dia de desfiles no famoso Sambódromo.

Dentro do recinto, face a 70 mil espetadores, as escolas de samba prosseguem a competição de som, dança e cor, animadas ontem pela passagem da Escola Académicos da Rocinha, um dos 70 grupos em competição.

Apesar da exuberância, as festividades deste ano são marcadas pelo tema da austeridade, quando o país tenta sair de dois anos de recessão económica.

Um evento que, pela primeira vez, não contou com a presença do presidente da Câmara da cidade, o polémico pastor evangélico, Marcello Crivella, recentemente eleito para o cargo.

Crivella esteve ausente, na sexta-feira, da tradicional cerimónia da entrega das chaves da cidade ao “Rei Momo”, oficialmente para poder estar ao lado da esposa doente.

A festa dos foliões contou também, no sábado, com o tradicional “Cordão da Bola Preta” o desfile, no centro da cidade, do mais antigo grupo de carnaval do Rio.

A marcha de cerca de cinco horas atraiu centenas de milhares de pessoas, ao som de, “quem não chora não mama”, o hino do grupo.