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Carlos, o Chacal, condenado a (mais uma) pena de prisão perpétua


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Carlos, o Chacal, condenado a (mais uma) pena de prisão perpétua

Com AFP e EFE. Atualizado

O Chacal deverá cumprir mais uma pena de prisão perpétua, se tal for possível. Um tribunal francês condenou o venezuelano pela responsabilidade num ataque levado a cabo com uma granada contra um estabelecimento comercial, em Paris, matando duas pessoas e ferindo 34.

O ataque teve lugar na conhecida Publicis Drugstore, no bairro de Saint-Germain – sexto bairro – a 15 de setembro de 1974.


Ilich Ramírez Sanchez encontra-se preso em França a cumprir duas penas de prisão perpétua desde há 23 anos. Diz-se inocente relativamente ao ataque em Paris e afirma desconhecer quem seria o responsável.

Durante as declarações finais, Carlos disse que o processo era um “absurdo” e que tinha sido julgado com base em “provas falsas.” Os advogados de defesa pediram ao tribunal que o absolvesse, mas a acusação conseguiu os seus objetivos.

O Chacal já foi considerado o fugitivo mais procurado em todo o mundo.


Carlos, o Chacal, um “revolucionário profissional”

  • Nasceu a 12 de outubro de 1949, em Michelena, no Estado do Táchira
  • Considerado como um dos militantes mais perigosos do seu tempo
  • Disse ao tribunal que era um “revolucionário profissional”
  • Foi condenado a uma terceira pena de prisão perpétua

  • Foi o diário britânico The Guardian quem lhe deu a alcunha de O Chacal
  • Militante da Frente Popular de Libertação da Palestina
  • Líder do comando que atacou a sede da OPEP, em Viena, em 1975
  • Responsável por diversos ataques em França e contra alvos europeus

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