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Equador: Vitória eleitoral de Lenin Moreno contestada por rival conservador

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De  Euronews
Equador: Vitória eleitoral de Lenin Moreno contestada por rival conservador

<p>Os primeiros resultados das presidenciais equatorianas dão a vitória a Lenin Moreno à segunda volta do escrutínio. </p> <p>Segundo a Comissão Eleitoral, o candidato de esquerda recolheu 51,07% dos votos, mais de dois pontos à frente do rival de centro-direita, Guillermo Lasso com 48.93% dos sufrágios. </p> <p>Um resultado ainda provisório quando os dois candidatos clamaram já vitória, após o anúncio de duas sondagens à boca das urnas com vencedores diferentes.</p> <p>Apoiado pelo presidente cessante, Moreno não esperou pelos resultados definitivos para anunciar a vitória, prometendo ser o presidente, “de todos, em especial dos mais pobres”.</p> <p><blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en"><p lang="es" dir="ltr">Con el corazón en la mano, agradezco a todos los que en paz y armonía fueron a votar. Seré el Presidente de todos y ustedes me van a ayudar. <a href="https://t.co/fGvefY21Hc">pic.twitter.com/fGvefY21Hc</a></p>— Lenín Moreno (@Lenin) <a href="https://twitter.com/Lenin/status/848722252141088768">April 3, 2017</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p> <p><strong>Oposição denuncia fraude e quer impugnar resultados</strong></p> <p>O anúncio dos resultados provisórios foi recebido com protestos por parte dos apoiantes do ex-banqueiro, que denunciam o que consideram ser uma fraude eleitoral.</p> <p>Guillermo Lasso apelou aos seus manifestantes para sair às ruas, “sem cair em provocações”, após ter anunciado que vai impugnar os resultados em dezenas de assembleias de voto.</p> <p>Há relatos de várias manifestações esta noite em Quito e Guayaquil, a segunda cidade do país, onde se concentram os apoiantes do candidato conservador, frente à sede local da Comissão Eleitoral.</p> <p><blockquote class="twitter-video" data-lang="en"><p lang="es" dir="ltr">Militantes de CREO rompen el primer cerco policial y se acercan a las instalaciones del <a href="https://twitter.com/cnegobec">@cnegobec</a> de <a href="https://twitter.com/hashtag/Quito?src=hash">#Quito</a>. <a href="https://t.co/e4iUdpzUM5">pic.twitter.com/e4iUdpzUM5</a></p>— El Telégrafo Ecuador (@el_telegrafo) <a href="https://twitter.com/el_telegrafo/status/848715108511604736">April 3, 2017</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p> <p>O presidente cessante Rafael Correa felicitou já Moreno, tendo condenado os protestos dos adversários ao afirmar esta noite, “os que não conseguiram vencer pelas urnas, querem fazê-lo pela força”.</p> <p><blockquote class="twitter-tweet" data-partner="tweetdeck"><p lang="es" dir="ltr">¡Qué lástima! Brotes de violencia en Quito, Esmeraldas, Ibarra y Azogues.<br>Lo que no logran en las urnas, quieren lograrlo por la fuerza.</p>— Rafael Correa (@MashiRafael) <a href="https://twitter.com/MashiRafael/status/848716328538181632">April 3, 2017</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p> <p><strong>Julian Assange felicita-se com vitória de Lenin</strong></p> <p>O fundador do Wikileaks, Julian Assange, reagiu igualmente ao resultado do escrutínio, do seu refúgio na embaixada do Equador em Londres.</p> <p>O candidato conservador tinha prometido expulsar o ativista da representação diplomática do país caso fosse eleito.</p> <p>Esta noite, Assange, “convidou” Guillermo Lasso a abandonar o país após a derrota, respondendo no mesmo tom ao candidato que tinha prometido expulsar o informático nos primeiros 30 dias de governo.</p> <p><blockquote class="twitter-tweet" data-partner="tweetdeck"><p lang="es" dir="ltr">Invito cordialmente al Señor Lasso que se retire del Ecuador en los próximos 30 días (con o sin sus millones offshore) <a href="https://twitter.com/hashtag/AssangeSILassoNO?src=hash">#AssangeSILassoNO</a> <a href="https://t.co/yYvw5vBWST">pic.twitter.com/yYvw5vBWST</a></p>— Julian Assange (@JulianAssange) <a href="https://twitter.com/JulianAssange/status/848713997302059008">April 3, 2017</a></blockquote></p>