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Ela é a única culturista líbia e prepara-se para uma competição

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De  Euronews
Ela é a única culturista líbia e prepara-se para uma competição

<p>Fathia Al-Amamy é a única mulher culturista da Líbia. Representa, em breve, o país norte-africano em Bielorrússia, numa competição internacional.</p> <p>Num país devastado pela guerra, Fathia Al-Amamy, passa grande parte do tempo a treinar no ginásio.</p> <p>Fathia tem agora 48 anos e não conhece outra mulher que se dedique ao mesmo que ela no seu país. <a data-flickr-embed="true" href="https://www.flickr.com/photos/euronews/34259157005/in/dateposted-public/" title="LIBYA-WOMEN/SPORTS-BODYBUILDING"><img src="https://c1.staticflickr.com/5/4167/34259157005_7b92b89dba_z.jpg" width="640" height="428" alt="LIBYA-WOMEN/SPORTS-BODYBUILDING"></a><script async src="//embedr.flickr.com/assets/client-code.js" charset="utf-8"></script> <br /> Numa Líbia muito conservadora, não existem ginásios preparadados para receber mulheres.</p> <p>Mas Amamy, que é também treinadora, começou em 2012, quando o seu país mergulhava na espiral que culminou com a guerra civil.</p> <p>“Sou a primeira campeã da Líbia, graças a Deus. A minha primeira participação teve lugar em 2012, numas finais regionais,” explica.</p> <p>“O meu segundo campeonato teve lugar em 2017. Também cheguei às finais. Agora, vou representar o meu país na Bielorrússia, durante o Ramadão.” <br <a data-flickr-embed="true" href="https://www.flickr.com/photos/euronews/34218912836/in/dateposted-public/" title="LIBYA-WOMEN/SPORTS-BODYBUILDING"><img src="https://c1.staticflickr.com/3/2860/34218912836_2ee81f9f5d_z.jpg" width="640" height="448" alt="LIBYA-WOMEN/SPORTS-BODYBUILDING"></a><script async src="//embedr.flickr.com/assets/client-code.js" charset="utf-8"></script> <br /> Foram os amigos e a família de Fathia quem a convenceu a competir. Muçulmana praticante, utiliza um dos véus tradicionais islâmicos, neste caso, o <em>hijab</em>, mesmo durante as competições.</p> <p>O seu treinador, Mohamed al-Wasea, diz esperar que as organizações líbias da modalidade se unam e decidam apoiá-la.</p> <p>“É a primeira vez que a uma mulher líbia compete a nível internacional. Por isso, esperamos que as associações da modalidade a apoiem”, disse o treinador.</p> <p>“Mesmo que seja apenas com algumas palavras de encorajamento e com algumas roupas.”</p> <p>“Sabe como estão as coisa no nosso país. Espero que receba algum encorajamento. Para ficar mais motivada e ter uma melhor prestação.”</p>