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Trump pede ajuda islâmica na luta contra o terrorismo


Arábia Saudita

Trump pede ajuda islâmica na luta contra o terrorismo

O presidente dos Estados unidos apelou este domingo a 55 líderes muçulmanos para que expulsem os extremistas dos respetivos territórios.

A guerra contra o terrorismo é “uma batalha contra criminosos bárbaros”. “Não é um conflito entre religiões ou civilizações. É uma batlha entre o bem e o mal”, defendeu Donald Trump na cimeira dos países muçulmanos, em Riade, na Arábia Saudita, primeira escala da viagem inaugural do novo chefe da Casa Branca.


“Não estamos aqui para vos ensinar nem para dizer às outras pessoas como devem viver, o que devem fazer nem como praticar a sua fé. Em vez disso, oferecemos uma aliança baseasa em valores e interesses comuns com o objetivo de conseguirmos um futuro melhor”, disse o chefe da Casa Branca.

O presidente norte-americano aproveitou ainda a cimeira muçulmana para voltar a apontar o dedo a Teerão. “Tudo o que está a acontecer na Síria é culpa do regime iraniano”, acusou Donald Trump, pedindo aos líderes das nações presentes na cimeira a cooperarem “para isolar o Irão e priva-lo dos fundos que financiam o terrorismo.”

O Rei Salman, da Arábia Saudita, aproveitou a presença do Presidente norte-americano para anunciar a criação em Riade de um centro de para combater o financiamento do terrorismo, no qual participarão também os países do Conselho de Cooperação do Golfo.

Esta presença na Arábia Saudita marca o arranque da primeira digressão oficial pelo estrangeiro do Presidente dos Estados Unidos.



Trump é aguardado esta segunda-feira em Israel, onde tem previstas reuniões com o homólogo israelita Reuven Rivlin, com o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu e, em Belém, com o líder da Autoridade Palestiniana Mahmoud Abbas.

Segue-se Itália e o Vaticano, onde Trump será recebido pelo Papa Francisco, a 24 de maio, e terá uma reunião como homólogo italiano Sergio Matarella.

O Presidente norte-americano tem previsto assistir, a 25 de maio, na Bélgica, à cimeira da NATO, ao lado do respetivo secretário da Defesa, James Mattis, antes de regressar a Itália para participar também na cimeira do G7, que se realiza a 26 e 27 na Sicília.

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