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Número de mortos no incêndio em torre de Londres pode aumentar


Reino Unido

Número de mortos no incêndio em torre de Londres pode aumentar

Os bombeiros ingleses trabalharam durante toda a noite para extinguir o incêndio que provocou a morte a pelo menos 1 pessoas, fez 78 feridos e deixou vários desaparecidos numa torre de habitação social no oeste de Londres.

As autoridades já advertiram que o número de mortes pode aumentar. A primeira-ministra, Theresa May, já visitou o local e prometeu uma investigação completa.

Sessenta e cinco pessoas foram resgatadas depois de o fogo deflagrar na Grenfell Tower, no norte de Kensington, na madrugada de quarta-feira.

“O fogo começou de baixo para cima. Começou a arder do lado de fora, subiu até ao telhado e depois veio para baixo. Podíamos ver muitas crianças, mães e pais gritando: socorro, socorro, socorro. Colocavam as mãos na janela e pediam ajuda, pediam socorro,” afirmou uma mulher que, no momento do incêndio, se encontrava no local.

““Eu podia ver coisas a caír. Eram coisas que caiam do prédio. Depois, o meu amigo disse-me que viu pessoas a saltar do prédio. Eu não tenho a certeza, eu não estava em mim. Só sei que havia muita gritaria, ouvia os gritos de muita gente,” revelou um jovem que presenciou o incêndio

O desespero levou a que residentes, para os salvar, atirassem um bebé e outras crianças pequenas de janelas dos pisos mais altos para pessoas que se encontravam no passeio, relataram testemunhas.

“Está em curso uma complexa operação de busca que se estenderá por vários dias”, declarou o comandante da polícia metropolitana, Stuart Cundy, acrescentando que não espera encontrar mais sobreviventes.

Um sobrevivente disse que o alarme de incêndio não disparou, sustentando os argumentos de um grupo da comunidade que há alguns meses apenas tinham alertado para a eventualidade de uma catástrofe no bloco de habitação subsidiada.

O edifício de habitação social, construído em 1974, foi submetido a obras orçadas em 8,6 milhões de libras (9,7 milhões de euros) e concluídas em maio do ano passado, de acordo com o Royal Borough of Kensington and Chelsea.

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